Resumo do Grand Prix Denver 2018

Calendário Magic: The Gathering – Resultado dos ganhadores do Grand Prix de Denver 2018

Nesse final de semana, mais de 1500 jogadores de Magic The Gathering estiveram presentes na nevada cidade de Denver, no estado de Colorado, nos Estados Unidos, participando do primeiro Gran Prix de equipes da temporada. Nos dias 12,13 e 14 de outubro, o GP de Denver reuniu 500 equipes de Magic The Gathering, jogando no formato Team Limited, em busca do tão sonhado título. Uma forte nevasca fez vítimas, atrasando vôos e desmembrando equipes, mas mesmo com a baixa temperatura, o evento foi quente do início ao fim, em uma disputa acirrada.

O formato Team Limited é rodeado de amor e ódio no mundo do Magic. Enquanto alguns players não vêem muita graça em decks limitados, alguns acham o formato extremamente interessante. No Team Limited, você tem 3x mais cartas jogadas, com isso, os decks acabam com uma composição melhor do que os decks do Constructed, sendo considerado um dos formatos que mais desafiam a habilidade dos players. Por outro lado, as pessoas amam cards poderosos, raros e míticos, e no Limited, os tipos de cards que podem aparecer são geralmente mais limitados, já que você não pode construir em torno de alguns deles e os players ficam limitados a habilidades bônus de criaturas de alto custo. Esse formato é extremamente divertido para quem está jogando, entretanto para assistir, os GPs de Limited apresentam uma quantidade bem reduzida de telespectadores em comparação aos GPs com modelo Constructed.

Com muitos player top-ranked e do Hall da Fama, a competição pelo topo foi emocionante. Construir decks da Guilds of Ravnica em um GP de Team Limited não é uma tarefa fácil. Mesmo assim, durante todo o final de semana, Jack Dobbin se manteve invicto individualmente em seu caminho até a final. Porém, em seu caminho, havia Peter Yeh, que acabou com ele em 3 jogos apertadíssimos. Nesse cenário, a única salvação de Dobbin seria a sua equipe, que não o deixou na mão. Jacob Baugh fez uma excelente partida e Andrew Tenjum destruiu seu oponente ao jogar a esmagadora Moodmark Painter. Depois dessa agitada reviravolta, Yeh, John Rolf e Brandon Ayes foram derrotados por essa linda sacada de Tenjum, tornando a equipe de Baugh, Dobbin e Tenjum campeã do Grand Prix de Denver em 2018.

A equipe vencedora foi formada por Jack Dobbin, ao recrutar os players que ganharam os dois últimos GPs de Team Limited nacionais. Nascido em Chicago, ele está na lista dos top 8 desde 2017. Compondo a equipe, Jacob Baugh foi um dos convocados e joga há 21 anos Magic The Gathering, tendo em seu nome o título de campeão da SCG Invitational e agora, duas vitória em GPs. Também convocado e coroado como “salvador” da rodada com sua incrível jogada, Andrew Tenjum tem em seu currículo uma vitória em GP, fechando a equipe com chave de ouro. Todos os três são declaradamente amigos de longa data, característica que notadamente ajudou ou pelo menos rendeu uma grande sorte, tornando a equipe campeã do Grand Prix de Denver em 2018. Parabéns!

Profissionais com base em seu total de pontos em todas as partidas ao final do evento. Neste ano, o trio Jack Dobbin, Jacob Baugh e Andrew Tenjum levaram 6 pontos para a casa, alguns mil em suas contas e muita emoção.

Sei que estão curiosos para saberem mais sobre a composição dos decks que levaram essa equipe à vitória. Então lá vai:

Jack Dobbin jogou com seu deck Golgari com mana Branca:

 Creature (13)

  • 1 Gatekeeper Gargoyle
  • 1 Centaur Peacemaker
  • 1 Ledev Champion
  • 1 Worldsoul Colossus
  • 1 Vernadi Shieldmate
  • 1 Loxodon Restorer
    1 Venerated Loxodon
  • 1 Burglar Rat
    1 Child of Night
    2 Generous Stray
    1 Grappling Sundew
    1 Portcullis Vine

 

Sorcery (4)
1 Connive // Concoct
1 Flower // Flourish
1 Camaraderie
1 Deadly Visit

Instant (2)
1 Assure // Assemble
1 Status // Statue

Artifact (1)
1 Glaive of the Guildpact

Enchantment (4)
1 Guild Summit
1 Dead Weight
2 Urban Utopia

  • Land (16)
    5 Forest
    2 Plains
    2 Swamp
  • 1 Dimir Guildgate
  • 1 Gateway Plaza
    2 Golgari Guildgate
    1 Izzet Guildgate
    2 Selesnya Guildgate
  • Sideboard (13)
    1 Portcullis Vine
    1 Siege Wurm
    1 Vigorspore Wurm
    1 Devkarin Dissident
    1 Vicious Rumors
    1 Gravitic Punch
    1 Chemister’s Insight
    1 Silent Dart
    1 Erstwhile Trooper
  • 1 Join Shields
    1 Molderhulk
    1 Rhizome Lurcher
    1 Sonic Assault

40 cards.

Jacob Baugh jogou com seu deck de Izzet, também com mana Branca:

Creature (10)
1 Aurelia, Exemplar of Justice
1 Beamsplitter Mage
1 Crackling Drake
1 Goblin Electromancer
1 Truefire Captain
1 Wee Dragonauts
2 Fresh-Faced Recruit
1 Electrostatic Field
1 Fearless Halberdier

Sorcery (4)
1 Direct Current
1 Maximize Altitude
1 Lava Coil
1 Maximize Velocity

Instant (8)

2 Invert // Invent
2 Hypothesizzle
2 Sonic Assault
2 Sure Strike

Enchantment (1)
1 Experimental Frenzy

Land (17)
6 Island
5 Mountain
1 Plains
2 Boros Guildgate
1 Gateway Plaza
1 Izzet Guildgate
1 Steam Vents

Sideboard (17)
1 Undercity Necrolisk
1 Vicious Rumors
1 Cosmotronic Wave
1 Gravitic Punch
1 Arboretum Elemental
1 Vigorspore Wurm
1 Disinformation Campaign
1 Swathcutter Giant
1 Undercity Uprising
1 Dimir Locket
1 Wand of Vertebrae
1 Crush Contraband
1 Loxodon Restorer
2 Skyline Scout
1 Sworn Companions
1 Tenth District Guard

40 cards.

E o grande destaque da final, Andrew Tenjum jogou com seu deck de Dimir:

Creature (13)

1 Thief of Sanity
1 Pitiless Gorgon
1 Whisper Agent
1 Watcher in the Mist
1 Bartizan Bats
1 Burglar Rat
3 Hired Poisoner
1 Moodmark Painter
1 Pilfering Imp
1 Spinal Centipede
1 Veiled Shade

Sorcery (2)
1 Never Happened
1 Ritual of Soot

Instant (6)

1 Artful Takedown
2 Dazzling Lights
1 Devious Cover-Up
1 Unexplained Disappearance
1 Price of Fame

Enchantment (2)

1 Capture Sphere
1 Dead Weight

Land (17)

7 Island

9 Swamp
1 Dimir Guildgate

Sideboard (21)
1 Severed Strands
1 Command the Storm
1 Cosmotronic Wave
2 Ironshell Beetle
2 Prey Upon
1 Siege Wurm
1 Hunted Witness
1 Ledev Guardian
1 Luminous Bonds
1 Righteous Blow
2 Wishcoin Crab
1 Take Heart
1 Golgari Guildgate
1 Izzet Guildgate
1 Wand of Vertebrae
1 Erstwhile Trooper
1 Hammer Dropper
1 Rhizome Lurcher

40 cards.

As cinco cores do magic the gathering

As cinco cores do magic the gathering

Para se construir um deck, os jogadores selecionam uma ou mais cores dentre as cinco cores do magic the gathering. Assim eles buscam decks mais eficientes tanto criando um deck mono ou misturando cores para combinar poderes e suprir fraquezas.

as cinco cores do magic the gathering
O pentagrama

As cinco cores do magic the gathering podem ser vistas trás de cada carta, em um design pentagonal, chamado de “Roda de Cores” ou “Torta de Cor”. Assim, para jogar uma mágica de uma determinada cor, mana dessa determinada cor é necessário.

Este mana é geralmente gerado por uma terreno básico. Que são os terrenos favoráveis para cada cor. Planície para a cor branca; ilha para a cor azul; pântano para a cor preta; montanha para a cor vermelha e floresta para a cor verde. Cada cor tem seus pontos fortes e fracos. Esses pontos são definidos com base no “estilo” de magia que representa.

Branco

Esta é a cor da ordem, igualdade, justiça, cura, lei, comunidade, paz e luz.

As criaturas brancas são famosas por suas habilidades favoráveis ​​à defesa, muitas das quais incluem ” Proteção ” e ” Vigilância “.”. Magia branca se opõe à fabricação artificial, sendo esta representada por muitas de suas magias que podem destruir artefatos e encantamentos.

As fraquezas de White incluem o fato de que muitos de seus feitiços favorecem criaturas menores; seu estilo de jogo passivo depende das ações de um oponente.

Azul

Azul é a cor do intelecto, da razão, da ilusão, da lógica, do conhecimento, da manipulação e do truque, bem como dos elementos clássicos do ar e da água.

As criaturas de Blue tendem a ser mais fracas que as outras cores. Mas comumente possuem habilidades que as tornam difíceis de bloquear. Um exemplo é a ” Flying ” a habilidade evasiva mais comum entre as criaturas Blue.

Como a magia Blue gira em torno do avanço e da tecnologia, ela tem o maior número de cartas com interações benéficas. Os pontos fracos do Blue incluem sua incapacidade de destruir magias já colocadas no campo, tendo elas retornadas para a mão.

Assim como a fixação em negar e retardar as ações do inimigo, enquanto ele próprio não possui um plano agressivo. E também a maneira como ele prolonga o jogo e a vitória.

Preto

O preto é a cor do poder, da ambição, da morte, da doença, da corrupção, do egoísmo, da amoralidade e do sacrifício.

Os pontos fortes incluem a habilidade de destruir criaturas instantaneamente. Também, forçar os jogadores a descartar cards de suas mãos. As habilidades evasivas são comuns entre as criaturas negras; além de poderem ressuscitar criaturas do cemitério de um jogador.

Uma das habilidades mais notáveis ​​entre as criaturas negras é ” Deathtouch”. Esta habilidade faz com que criaturas que levem dano pela criatura com deathtouch sejam enviadas para o cemitério. Independentemente da quantia de dano atribuída.

As principais fraquezas de Black incluem uma incapacidade quase completa de lidar com encantamentos e artefatos. Uma tendência a infligir severos efeitos negativos a fim de derrotar o adversário. Além da maneira pela qual ele depende de cartas dentro dos cemitérios.

Vermelho

Vermelho é a cor da liberdade, do caos, da paixão, da criatividade, do impulso, da fúria, da guerra, do raio, do elemento clássico do fogo e dos aspectos geológicos abióticos do elemento clássico terra.

Os pontos fortes do vermelho incluem a habilidade de causar dano direto a criaturas ou jogadores; destruir terras e artefatos opostos; e sacrificando recursos permanentes por poder temporário, mas com alto lucro.

O vermelho tem uma grande variedade de criaturas, mas a maioria tende a ser defensivamente fraca, tornando-as mais fáceis de destruir. Mas em compensação, algumas dessas criaturas mais fracas têm a capacidade de aumentar temporariamente seu poder.

O Vermelho explora o elemento do truque, sendo este representado por magias que são capazes de roubar temporariamente as criaturas de um oponente. Além de desviar ou copiar outras magias; e aquelas que envolvem chance aleatória.

As fraquezas incluem sua incapacidade de destruir encantamentos; a natureza autodestrutiva e de uso único de muitos de seus feitiços. A falta total de valor de defesa ou resistência de suas criaturas entre outras.

Verde

Verde é a cor da vida, natureza, evolução / adaptabilidade, ecologia, interdependência, instinto e indulgência.

Os pontos fortes de Green estão no campo de batalha, geralmente ganhando por meio de combate com criaturas. Estes tendem a ser notavelmente fortes a um baixo custo de mana e têm habilidades que os tornam mais resistentes.

As fraquezas incluem sua incapacidade de prevenir ataques não relacionados ao combate, ou seja, ações que afetam a mão, o grimório ou o cemitério. Inclui também seu método de destruir as criaturas inimigas apenas por meio do combate. Além delas terem pouca proteção.

As cinco cores do magic the gathering conclusão

Por enquanto somente as cores principais foram explicadas. Os outros detalhes envolvendo as cores irão ser explicados em uma próxima oportunidade. Tais como as relações entre cores e suas interações como fraqueza e suporte.

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Path of exile é para os fracos

Comprei meus 4 path of exile

Sexta-feira na Taverna não foi só mais um dia de FNM. Também consegui comprar 4 paths of exiles para meu deck de discard black com splash para white. E hoje, pensando nos paths, tive uma ideia para escrever esse post. Lembro da época que eu jogava com uma card similar no standard, o sword to plowshares.

jogava contra isso no standard 😛

Naquela época tudo era tão simples e versátil, você quer uma coisa tão simples que um planeswalker remover de jogo sua verdant force? A verdant que você acabou de reanimar com recurring nightmare. Desculpe planeswalkers mas deu essa ideia louca de escrever sobre uma card que não me sai da memória. Lembro que os caras que jogavam de recurring tinham pavor do sword. A verdant ia para nunca mais voltar.

ela nunca mais voltava

 

Sword também lembra o white winning que me recordo enfrentar várias vezes no antigo extended (modern da época). Lembro que quando o planeswalker de white winning deixava uma plain untaped, eu não poderia baixar rancor no meu bicho. Os stompeiros de plantão tremiam o sword que atormentava geral e inclusive a mim.

cansei de ficar com isso na mão por causa do sword

Lembro também que havia um deck red de goblins que fazia land, lacaio no primeiro turno e no segundo, batia com o lacaio e colocava o mutante em jogo. Mas o sword quebrava o deck. Mana lacaio, mana sword no lacaio hehehehe. O sword traumatizava até quem jogava de red. Uma card acabava com o deck.

o mutante ficava na mão hehehe

Lembro também do deck de oath of druids que tinha serra´s avatar. A única criatura que matava do deck era exilada pelo sword. Uma card acabava com o deck inteiro hehehe. O sword dando dor de cabeça no field da época, era muito chato. Não sei porque lembrei disso quando coloquei meus paths no meu deck.

o deck era bom mas o sword acabava com o baralho

Só que mais poder ainda é jogar contra e com isso no standard. E pensar que tudo era simples e versátil. Essa card vai ficar na memória de uma geração que jogou contra ela e outra que jogou com ela. Depois a Wizards lança o path of exile que é uma card boa mas na conjuntura é menos apelada. Naquela época plowshares dava muito trabalho e aterrorizava muitos planeswalkers.

Volta plowshares!!! #SwordStandardAgain

Fico por aqui planeswalkers, até a próxima e não se esqueçam de se inscrever no feed de notícias. Fui!!!

 

Por que não volta o estase e kismet também xD?

Eu tinha acabado de voltar da Cards of Paradise, tava cansado depois de encarar um trem cheio. Mas logo vi o link do canal diário do planinauta e me animei em ler a chamada da live. O Thiago ia falar das cards blue e white de dominária, preparação para o pre-realease. Será uma bateria de lives falando de todas as cartas e eu não podia deixar de participar. Mas voltando ao assunto central, durante a live, eu vi uma card reeditada e me lembrei de um deck das antigas.

Um pouco sobre white

O que imaginar da cor white? Pra quem não sabe muito de simbologia das cores no MTG, white significa várias coisas como divindade, coisas sagradas, deus, anjos, proteção, cavaleiro e muito mais. No meio disso tudo, me chamou a atenção uma criatura branca custo 1, 2/1, salvo engano um cavaleiro pra variar (e ainda tem outro poder que não me lembro direito). Acreditem planeswalkers, no standard vamos ter outra criatura que bate 2 na curva 1. Isso me faz recordar do Savannah Lions.

Na minha época isso batia muito e achávamos um abuso de autoridade da Wizard. Hoje em dia parece normal olha que coisa?

Olha quem voltou?

Mas o que mais me chamou a atenção foi outra carta que hoje em dia não é mais apelada por seu brilho ser ocultado por outras mais fortes da mesma categoria. Acreditem, a Wizard voltou com o Serra angel. O Serra Angel me faz lembrar de histórias da década de 90, de primórdios do magic, época que não existia shield e nem muito menos playmat. 😛

Naquela época tinham rivalidades entre as cores e isso encarnava nas criaturas, de um lado o Shivan Dragon e de outro o Serra Angel. O Serra e o Shivan faziam parte até de um duel deck que eu comprei futuramente em tempest (1998).

Mas com essa reeditada do Serra Angel, me faz lembrar de um deck que antecede até minha época. Um deck que era consagrado e trazia uma marca conhecida até os dias atuais, eu falo de um UW. Tinha o Serra Angel pra finalizar e locava o oponente com kismet e estase.

Pra quem não viveu isso, o kismet é um encantamento branco que custa 4 e a arte era bem peculiar. Coisa de magic das antigas, olhem só:

Pra recordar, o estase é essa card:

E pra finalizar o oponente o anjo amado:

O deck era um terror e colocava medo em muitos planeswalkers. Repare que a combinação UW funciona perfeitamente com as 3 cards. Não sei o porquê? Mas essa reeditada do Serra Angel me fez lembrar desse deck que encantou muita gente e fez mais gente ainda sofrer. 😛

Por que não reeditar o estase e o kismet?

Já que reeditou o Serra Angel, bem que poderia reviver esse deck reeditando o kismet e o estase. Talvez não seja da estratégia da Wizard, nossa mandatária do magic, mas muitos planeswalkers das antigas gostariam de ver esse lock em ação de novo. Não precisa da force e nem do sword mas um Serra pede um estase que pede um kismet 🙂

Por hoje é só planeswalkers, quem puder dar uma força pro canal é só se inscrever no meu feed de notícias e dar like na minha fã page no facebook, elfoman. Até a próxima e obrigado por ler.